Introdução - Ações
Tornar-se acionista de Companhias – pela compra, em Bolsa, das ações por elas emitidas – , é uma das alternativas de investimento para pessoas físicas. São consideradas aplicações “de risco” pelo fato de o retorno estar relacionado a inúmeras variáveis. Porém, a melhor maneira de se proteger de possíveis perdas é a informação, sobretudo das empresas emissoras. Conheça o funcionamento desse mercado.
Investir em Ações
O investimento em ações consiste em aplicar recursos próprios em uma Empresa. Em troca desses aportes, o acionista passa a ter participações nos resultados dessas sociedades, sejam eles positivos ou não. Esse é o motivo que faz com que aplicar em ações seja considerado um investimento de risco, pois está atrelado diretamente à performance dos negócios de uma determinada Companhia.
Acredita-se que uma Companhia melhora seus resultados com o passar do tempo, com a maturidade de suas atividades. Problemas e crises pontuais sempre surgem, mas acabam sendo diluídas no transcurso de períodos maiores.
Por isso, o investimento em ações é uma excelente alternativa em ambientes econômicos que ofereçam condições necessárias para que as empresas cresçam. Num cenário como esse, as empresas podem perseguir melhores resultados, aumentar sua lucratividade, criar possibilidades de investimento e ter acesso a capital para financiar sua expansão. Esse ciclo virtuoso se refletirá na valorização da Companhia.
Observe também os movimentos do setor ao qual ela pertence, os segmentos a que seus produtos estão direcionados, as tendências de modernização de suas operações, o comportamento frente à concorrência e à evolução dos preços, por exemplo. O mais importante nessa avaliação é ter em mente que investir em ações significa pensar no futuro.
Em contextos assim, as ações de boas empresas costumam apresentar retorno superior ao das aplicações em renda fixa, conforme se verifica em diversos estudos realizados em diferentes países. Mesmo no Brasil – onde as taxas de juros se mantiveram em patamares extremamente altos desde o início do Plano Real, em 1994, engessando a evolução do mercado de ações -, os papéis de muitas companhias bateram com folga o retorno do CDI.
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